Love Is a Losing Game
Back to Black (2006)
For you, I was a flame
Por você, fui uma chama
Love is a losing game
O amor é um jogo que a gente sempre perde
Five-story fire as you came
Um incêndio de cinco andares quando você chegou
Love is a losing game
O amor é um jogo que a gente sempre perde
One I wished I never played
Um jogo que eu queria nunca ter jogado
Oh, what a mess we made
Ah, que estrago a gente fez
And now the final frame
E agora, a última cena
Love is a losing game
O amor é um jogo que a gente sempre perde
Played out by the band
Com a banda tocando até o fim
Love is a losing hand
No amor, as cartas já vêm marcadas para a derrota
More than I could stand
Mais do que eu conseguia suportar
Love is a losing hand
No amor, as cartas já vêm marcadas para a derrota
Self-professed, profound
Eu mesma dizia que era um amor profundo
‘Til the chips were down
Até a coisa ficar séria
Know you’re a gambling man
Eu sei que você gosta de apostar
Love is a losing hand
No amor, as cartas já vêm marcadas para a derrota
Though I battle blind
Mesmo lutando às cegas
Love is a fate resigned
O amor é um destino que aceito, mesmo sem querer
Memories mar my mind
As lembranças não me deixam em paz
Love is a fate resigned
O amor é um destino que aceito, mesmo sem querer
Over futile odds
Contra todas as chances, mesmo sabendo que é inútil
And laughed at by the gods
Sob o deboche dos deuses
And now the final frame
E agora, a última cena
Love is a losing game
O amor é um jogo que a gente sempre perde
Sobre a música
Lançada em 2006, Love Is a Losing Game faz parte de Back to Black, de Amy Winehouse. Escrita pela cantora, a música compara o amor a um jogo de apostas, em que a intensidade dos sentimentos não impede a derrota. Amy reconhece o desgaste de uma relação que terminou, mas ainda parece sentir o peso de tudo o que viveu.
Essa imagem do amor como aposta me faz pensar em quantas vezes insistimos numa relação porque já investimos tanto nela. Mesmo percebendo que algo não funciona, desistir pode parecer mais doloroso do que continuar. Acho que a tristeza da música está nessa contradição: aceitar que uma história nos machucou sem precisar negar que ela também foi importante.